Domingo, 24 de Agosto de 2008

O GOLPE DO SÉCULO

 Não fiquei admirado ao ler o 'Diário do Minho' hoje e ver lá uma notificação de um notário a dizer que foi feita escritura naquele notário da capela da Sra da Graça a favor da comissão fabriqueira por doação na década de 1900. São tantas as mentiras que se fica mal a qualquer pessoa, a um padre fica a dobrar, pois se vai para o altar apelar á fé ao amor á esperança, caridade, confrenatização etc.etc..e vem cá para fora espalhar a discórdia a mentira o ódio etc.etc.. não há mais nada a dizer. Mas se pensa que nós vamos ficar sentados á sombra da bananeira está muito enganado, pois o caso será entregue a um advogado em nome da confraría, pois a capela sempre foi pertença dos 'irmãos da Sra da Graça' e assim será se realmente houver justiça em Portugal. Mas para que vejam ao ponto que chega a mentira vejam a notificação que veio no jornal.
                                  NOTÁRIA
                  MARIA MARGARIDA GOMES DIAS AZENHA
                                  EXTRACTO
"Eu abaixo assinado António Pedro Domingues da Silva Passos, colaborador da Notária Maria Margarida Gomes Dias Azenha Com Cartório na Rua do Raio Edificio Visconde do Raio nº 205, 2º piso em Braga, e por ela devidamente autorizado para a práctica deste acto nos termos do nº3 do artº8º do dec-lei 26/2004 de 4 de Fevereiro, certifico que, por escritura lavrada neste Cartório no dia de hoje, exarada a fls. 68 e seguintes do,livro de notas nº 174 B, Padre José da Costa Araújo, solteiro, maior, natural da freguesia de Parada de Gatim, concelho de Vila Verde, residente na Rua do Matadouro Velho, nº 53, 3º Esqº, em Braga, portador do B.i. nº815239, emitido em 22/01/1992, pelos SIC de Braga e como tal legitimo representante da " Fábrica da igreja paroquial de Padim da Graça",NIPC 502 582 200, com sede na referida paróquia e concelho, pessoa jurídica de direito canónico com personalidade jurídica nos termos da Concordata entre a Santa Sé e a República Portuguesa, o qual outorga em representação da referida Fábrica da Igreja Paroquial, declarou que a sua representada é dona e legitima possuidora, com exclusão de outrem, do prédio urbano denominado "Capela Senhora da Graça", destinado ao culto religioso, com logradouro, sito no Lugar da Senhora da Graça, freguesia de Padim da Graça, concelho de Braga, com a superfície coberta de trezentos e sete metros quadrados e descoberta de quatrocentos e cinquenta e dois metros quadrados, a confrontar do Norte e do Nascente com António da Costa Vilaça, do sul com estrada nacional e do poente com Orlando da Silva Marques, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 40, sem valor mobiliário tributário atribuido, não descrito na Conservatória a que atríbui o valor de vinte e cinco mil euros, para efeito deste acto;
 Que o referido prédio foi doado á sua representada na primeira década de mil e novecentos, não se sabendo ao certo por quem, apesar de consultas feitas às pessoas mais ídosas da freguesia, e após buscas efectuadas em vários Cartórios desta cidade e periféricos e ainda no Arquivo Distrital.
 Que não é assim a sua mesma representada detentora de qualquer título formal que legitime o domínio do referido prédio.
 Que, não obstante isso, tem a justificante usufruído o referido prédio desde aquela data, designadamente utilizando-o como local de culto, procedendo à reparação do mesmo, limpeza e delimitação das suas extremas, administrando-o com ânimo de quem exercita direito próprio, pacificamente, porque sem violência, pública e continuamente, tudo sempre á vista de toda a gente e sem oposição de ninguém, fazendo-o de boa fé por ignorar lesar direito alheio e que, nomeadamente,é reconhecida por toda a população como sendo a Fábrica da Igreja Paroquial de Padim da Graça, a única e verdadeira possuidora de esse prédio, posse que foi sempre exercida no conhecimento e com intenção de estar a exercer os poderes correspondentes ao direito de propriedade sobre coisa própria.
 Que dadas as enunciadas caracteristicas de tal posse adquiriu o identificado prédio por usucapião-titulo este que, por natureza, não é susceptível de ser comprovado pelos meios normais.
 Braga e Cartório Notarial de Margarida Azenha, vinte e dois de Agosto de dois mil e oito."

sinto-me:
música: se queres ter paz, mostra as tuas armas.
publicado por Filipe Costa às 20:33
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Domingo, 10 de Agosto de 2008

Braga no futuro

 

 Anda-va eu entretido a navegar nas águas calmas da internet, quando deparei com este site deveras curioso em que nos mostra os projectos em curso para a nossa cidade de Braga. Uma coisa é certa se Braga ainda não está nas 3 maiores cidades a nível de superfície comercial, quando a maior parte destes projectos estiver concluído, de certeza absoluta que ficaremos lá. Se por um lado é mais um incentivo ao consumismo, também vem criar mais concorrência o que nos pode beneficiar e além disso criar mais postos de trabalho que bem falta fazem.

 Não deixem então de dar uma olhadela, para o qual basta carregar

AQUI

publicado por Filipe Costa às 00:29
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